Família Participativa


Há experiências enriquecedoras quando o tema diz respeito ao desenvolvimento escolar de estudantes dentro do TEA

Acompanhar as evoluções de aprendizagem escolar de um filho dentro do TEA tem sido uma realidade mais palpável. É como observa a arquiteta e pedagoga Ana Paula Chacur, mãe de dois filhos , que foi conhecendo área da educação inclusiva, quando soube que Helena, sua primeira filha, tinha uma má formação fetal (hipoplasia do vermis cerebelar) associado ao TEA (Transtorno do Espectro Autista). Daquela ocasião em diante, ela começou a pesquisar e estudar sobre a condição da menina em busca de informações que pudessem auxiliá-la a compreender sobre o assunto. Adiante, como ainda não dispunha de uma mediadora, viu-se obrigada a participar do processo de aprendizagem dentro da escola que a filha frequentava – tarefa, aliás, que ela continua exercendo, até hoje( exerci a mediação de helena no RJ quando aos 4 anos foi para escola, em santos não atuei como mediadora dela), na Escola Municipal Emília Maria Reis, na cidade de Santos, São Paulo.Paralelamente, como mãe dedicada, Ana Paula também lida com o fato de Tom, seu segundo filho, ter sido diagnosticado com TEA aos 13 meses de idade. Hoje, ele frequenta aulas do ensino infantil na UME José da Costa Barbosa, na mesma cidade. (sugiro que mencione algo em relação a transição do rio de janeiro para Santos, pois tudo começou lá e da relação com Berenice e a Lei)

Ana Paula confessa ter aprendido a lidar com todas as questões que norteiam o universo relacionado aos assuntos sobre o tema e relata que, ao longo do tempo, seus filhos foram adquirindo autonomia (importante falar da estimulação precoce, que foi determinante para o desenvolvimento escolar). “Helena tem superado seu grande comprometimento dentro do TEA, e apresenta, hoje, melhor socialização, além de percepção do todo, aumento de vocabulário e progressos na linguagem gestual. Tudo graças ao acompanhamento materno e o da mediadora Jessica Souza que acompanha Helena desde que iniciou os estudos na rede infantil. No entanto, em 2016, Ana Paula vem observando novos desafios quanto à educação de Helena, uma vez que está frequentando o 2º. ano do ensino fundamental. Receio, no entanto,que ocorra algum nível de comprometimento de desenvolvimento pedagógico de Helena até por conta da mudança de mediadora nesta nova etapa. Aos 4 anos de idade, Tom demonstra atenção no processo de aprendizagem. Além de frequentar a sala de recursos, ele possui autonomia e verbalidade. Encontra, porém, dificuldades nas questões comportamentais, que têm sido acompanhadas por terapeutas através da rede pública e de instituições conveniadas” ( importante dizer que ele tem esse acompanahmento por ter menos que 5 anos, depois a rede publica não dispõe de tratamento especifico para autismo, a realidade do Brasil é horrível qto a tratamento publico me preocupo de passar uma imagem as famílias de uma realidade que não existe, para meus filhos desenvolverem precisei me capacitar, deixar a carreira e atuar como terapeuta em muitos momentos por não ter condições financeiras de trata los e nem serviço público adequado), observou.

Fonte: http://revistadmais.com.br/revista-d-edicao-8/

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